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Fui demitido. O que eu faço agora?

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"Fui demitido! O que eu faço agora?"

Ser demitido é sempre ruim. Se você já passou por esta experiência sabe como é.

A demissão pode ou não estar ligada a questões do seu desempenho profissional. A sua empresa também pode estar passando por problemas financeiros gerados por má gestão ou situação política e econômica ruim do país ou do setor de atuação.

Na grande maioria das vezes você não ouvirá da empresa o real motivo, então não adianta se preocupar com isso. O foco deve ser você e o seu futuro profissional.

Qualificação e desempenho

É importante você fazer uma auto-avaliação pessoal e profissional para ver onde você pode melhorar para conquistar uma recolocação profissional. Responda as seguintes perguntas e formule um plano onde for necessário:

  • Minha qualificação acadêmica está de acordo com minha função atual e com a carreira que eu pretendo seguir? Graduação em curso superior ou concluir um curso técnico são muito importantes para quem não os tem. Já para os formados, cursos de extensão, pós-graduação ou MBA podem ser boas opções. Cursos de atualização profissional da sua área, também são válidos.
  • Comunico bem minhas ideias e vendo bem a minha imagem para as outras pessoas? Se não, analise suas interações e tente melhorar a forma que você se comunica. Você pode buscar auxílio de um coach ou psicólogo para orientá-lo.
  • Tenho características de ser resolutivo e empreendedor?  As organizações estão ficando mais horizontais, com menos níveis hierárquicos, ou com menos rigidez de comandos e ordens. Muitas vezes os profissionais não sabem o que é esperado e as tomadas de decisão e ações importantes para o negócio demoram muito. Pense sempre que a empresa é sua e tome a ação.
  • O que é necessário fazer para o “meu negócio” ou o “meu setor” funcionar e atender bem às necessidades da empresa e dos clientes? Sempre que tiver dúvida, conversar com colegas e superiores é uma boa ideia para manter o alinhamento e demonstrar engajamento na empresa.
  • Quais foram as dificuldades que tive na empresa em que fui desligado? Reconhecer suas limitações e dificuldades é o primeiro passo para romper as próprias barreiras e ter um desempenho cada vez melhor na sua vida profissional.

Procurar um emprego na mesma área ou posição

Normalmente as pessoas demitidas pensam em procurar um emprego na área em que já tem sucesso, ou estão confortáveis em trabalhar. No entanto, é preciso ficar atento:

  • Você está disposto a recomeçar em uma empresa com uma posição ou salário menor na mesma área? O mercado tende a padronizar para baixo os salários dos novos funcionários, então fique atento ao pacote completo de benefícios, incluindo possibilidade de crescimento.
  • Quanto tempo suas reservas financeiras lhe sustentam até você conseguir um novo emprego? A palavra de ordem é economizar.
  • Comece a buscar sua recolocação logo após a sua demissão, porque pode ser que você esteja no momento, na hora, e com a vaga certa à disposição e consiga um novo emprego rapidamente, mas a média de tempo para recolocação é de oito meses, segundo estudo do SPC Brasil publicado em 2016.

Abraçar uma nova profissão ou carreira

Está é uma decisão arrojada e deve ser muito analisada antes de qualquer tomada de decisão. Considere os seguintes pontos:

  • Você conhece profundamente a nova profissão e o negócio de atuação pretendido?
  • Além do conhecimento, você tem as habilidades e atitudes necessárias para ter, no mínimo, um bom desempenho, que possa ser melhorado com o tempo?
  • O mercado profissional que você pretende ingressar tem carência, ou, pelo menos, não tem excesso de profissionais à disposição?
  • Sua rede de relacionamentos (networking) conta com profissionais dentro da nova carreira para você conversar ou obter alguma indicação?
  • Você pode arcar com os custos de instrução e tempo de recolocação na nova área?

Se você não se sentir seguro com mais de uma das perguntas acima, pare e repense se você quer mesmo fazer esta mudança. Se quiser, o que você precisa estudar e fazer para chegar lá.

Empreender

Abrir o próprio negócio no Brasil é desafiador. Altíssima carga tributária, burocracia, encargos sociais sobre a folha de pagamento, custos de transporte e de financiamento. Tudo leva a você desistir de abrir uma empresa.

Porém, um negócio para chamar de seu é a melhor forma de você realizar os seus sonhos. O seu negócio precisa satisfazer o seu desejo pessoal por realização e felicidade, seja ele qual for: reconhecimento, dinheiro, ajudar os outros, etc.

Porém para empreender, o esforço é muito grande e você precisa dar atenção a praticamente de tudo o que foi dito acima, vamos rever:

  • Qualificação e conhecimento do negócio aprofundados do mercado que você quer atuar. Estude, estude e estude mais um pouco.
  • Ser resolutivo não é mais opção, é obrigação. Não tem ninguém para resolver os problemas por você ou junto com você. Ou você assume a responsabilidade sobre as decisões a serem tomadas, ou o negócio vai dar errado.
  • Cuide dos recursos financeiros. Você precisa ter um capital de giro e um caixa saudável, mesmo que no início você não tenha lucros. Mais uma vez: economize até que o negócio esteja consolidado. Você não vai ter um salário garantido no final do mês. Você vai ter um faturamento e vai adequar o seu salário a este faturamento.
  • Comunicar-se muito bem e trabalhar diariamente na divulgação do seu negócio, de forma presencial ou virtual. Networking é diferencial de sucesso. Como dizia o apresentador de TV dos anos 80, Chacrinha: “- Quem não se comunica, se trumbica!”
  • Venda muito. Não adianta você ter um ótimo produto ou serviço e não vender toda a sua capacidade produtiva. Invista tempo nas vendas. Essa é uma das principais chaves de sucesso para qualquer empreendimento.
  • Conheça muito bem a concorrência e combata-a com produtos excelentes, preços justos, atendimento diferenciado, promoções, premiações para seus clientes, etc. Você precisa gerenciar seus “inimigos” de mercado.
  • Planeje tudo antes de fazer, começando por um bom plano de negócios para avaliar e pensar em todos esses pontos antes do lançamento. O plano de negócios pode ser adaptado ao longo do tempo, mas no início ele é fundamental para direcionar seus esforços.

Seja qual for a sua escolha, lhe desejamos muito sucesso.

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Tenha um currículo que se destaca

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Sejamos práticos. Vivemos em um mundo que é bastante voltado à aparência e menos preocupado com o conteúdo ou a eficiência. Logo, o seu currículo é a sua peça de publicidade pessoal e você deve aproveitar ela da melhor maneira.

O currículo serve principalmente para comunicar ao recrutador as suas informações pessoais, seus estudos, sua experiência profissional e o qual o seu objetivo. No entanto, você sabia que há muito mais informações que um currículo carrega para o processo seletivo?

Formato

A aparência e originalidade de um currículo demonstra o quanto você valoriza esse documento que mostra quem você é profissionalmente. À primeira vista um currículo causa uma impressão parecida com a que você tem quando conhece uma pessoa nova, só que você não tem a possibilidade de seguir rumos diferentes na conversa de acordo com o interlocutor. Então a mensagem que escrevemos tem que ser correta, clara e agradável.

Você pode utilizar um modelo pronto do Microsoft Word ou da internet, mas tome o cuidado de preencher todos os campos com os seus dados, não deixando nada do modelo.

Se você não for um especialista em design gráfico, siga o básico: use texto justificado e uma fonte de tamanho 10 a 12 e coloque os títulos em negrito e tamanho 14 e não utilize fontes estilosas ou divertidas. Lembre-se que o currículo é um documento profissional.

Cuide dos espaços entre as palavras e no início dos parágrafos e separe os títulos do seu currículo com um espaço um pouco maior entre linhas.

Use no máximo duas páginas para escrever o seu currículo. É mais que suficiente para transmitir as informações relevantes para quase todos os profissionais.

Ao enviar seu currículo por e-mail, sempre que possível, prefira gravar em formato PDF. As empresas podem ter diferentes leitores de documentos diferentes do que você usou para escrever e o seu currículo poderá aparecer ou ser impresso deformado.

Conteúdo

Alguns aspectos do conteúdo contam como aparência, você sabia?

É muito importante que os textos não tenham erros de escrita ou de português. Isso demonstra o quanto você dá valor e foco ao que você faz, uma característica muito valorizada pelas empresas.

Você precisa ter o seu currículo sempre atualizado. Pode parecer estranho, mas tem profissionais que enviam currículo com experiências incompletas, ou sem informações sobre a ocupação atual.

As primeiras informações do seu currículo precisam ser o seu nome com destaque e os seus dados de contato. Isso facilita o trabalho do recrutador e consequentemente aumenta as suas chances de ser considerado para a vaga. Não é necessário escrever “Currículo” ou “Curriculum vitae” no título.

Também não é absolutamente necessário colocar foto, embora hoje em dia estejamos em um mundo conectado e tenhamos fotos nos perfis das redes sociais e as pessoas (inclusive os recrutadores) estão acostumadas em ver o nome e uma foto. Então, se você optar por colocar uma foto, o ideal é uma foto pequena que mostre você de rosto e com vestimenta profissional ou neutra. Dispense fotos de formatura ou de festas.

Informe nas experiências os seus últimos atingimentos de metas e contribuições que fez para o negócio. Pense: por que você é ou foi importante para a empresa?

Se você tem alguma habilidade ou conhecimento específicos que utilizou em suas experiências anteriores, informe. Por exemplo, sistemas SAP, Totvs, Microsoft Dynamics, etc.

Dica de ouro em relação ao conteúdo: Não minta no currículo. Com certeza você pode valorizar seus pontos fortes, mas não escreva nada que não seja verdade, pois quando você for descoberto, isso vai gerar uma quebra de confiança com as pessoas da empresa e é bem possível que você dê adeus ao seu emprego.

Seguindo essas dicas, você vai ter um destaque em relação a pelo menos 60% dos candidatos, que não dão atenção a esses pontos.

Boa sorte.

 

Propósito: Para que serve sua empresa?

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Falamos no post Propósito – Como você define o seu sobre como você identifica seu propósito pessoal. Neste texto, escrevemos sobre propósito empresarial ou corporativo, complementando a visão sobre missão, visão e valores convencional.

E o que é propósito? Propósito é a vocação, a utilidade e a capacidade de uma empresa. Vamos fazer um exercício pessoal. Complete a frase: “- Eu existo para …”. Pode ser que você tenha uma resposta formada ou não, mas o exemplo é suficiente para levar ao ponto onde conseguimos identificar o propósito em nossas vidas. Em grupos ou empresas a ideia é a mesma. Pensemos sobre: “Minha empresa serve para … “.

Tudo na vida da empresa deve estar ligado com o propósito. A liderança, estratégia, planejamento de ações, cultura e execução.

Vejamos que o propósito está bem próximo dos conceitos clássicos de missão, visão e valores, porém ele é uma definição que traz uma resposta existencial em um tom de ação prático e utilitário, e não apenas ideológico.

O propósito deve ser a energia que move a companhia. Assim como em nossas casas, a energia que recebemos é a mesma, porém o aparelho que ligamos, e que transforma esta energia, é diferente conforme a necessidade.

Vamos ver alguns exemplos de propósito de empresas mundialmente conhecidas:

  • Nintendo: Colocar sorrisos nos rostos de todos que tocamos.
  • Disney: Fazer as pessoas felizes.
  • IKEA: Criar uma vida diária melhor para todos.
  • Johnson & Johnson: Importar-se e cuidar do mundo, uma pessoa de cada vez.

Com as declarações acima, vemos uma grande simplicidade mesclada com uma chamada à ação objetiva. O trabalho na descoberta do propósito pode não ser totalmente preciso em um primeiro momento, mas à medida que ele é posto em prática, é possível melhorar o conceito e tornar ele mais claro para todos os colaboradores.

A dica ao trabalhar na identificação do propósito do seu grupo/empresa é manter-se simples e conectado com o que a empresa nasceu para fazer.

 

Temos chefia, liderança ou nenhum?

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Há bastante tempo se fala nas diferenças entre chefia, liderança e gerência. De forma simplista, as conceituações são relacionadas a chefes como pessoas que apenas mandam, gerentes como burocratas organizadores de recursos e líderes como pessoas carismáticas, que inspiram seus pares ou liderados em direção das tarefas e objetivos que precisam ser executados. Partindo desta discussão, vamos explorar os paradigmas da falta de chefia, liderança e gerência, propósito e modelos de organização.

Propósito e modelos de organização

Liderança, estratégia, planejamento de ações e cultura precisam estar diretamente ligadas com o propósito. Propósito é a vocação, a utilidade e a capacidade de um indivíduo ou empresa. Quando existe um senso de propósito na comunidade, os esforços convergem naturalmente para a mesma direção. Tente completar a frase: “Minha empresa (ou meu grupo) existe para … “. Este exercício leva às portas do entendimento do propósito. Veja mais no post Propósito: Para que serve sua empresa?

As empresas, por sua história ou orientação ideológica e acadêmica dos donos ou altos diretores, podem optar por diferentes modelos de organização e que estão diretamente ligados com a opção pelo nível de qualificação dos colaboradores.

  • Centralizados, onde um ou poucos comandam. Normalmente opera com profissionais de qualificação mais baixa, porém a limitação estará sempre na capacidade de supervisão do chefe.
  • Hierarquizados, em que há uma cadeia de comando clara e com responsabilidades definidas. Permite graus de qualificação profissional escalonados conforme o degrau hierárquico.
  • Matriciais, com enfoque nas tarefas ou projetos e a liderança é distribuída entre gerentes de pessoas/áreas e gerentes de projetos. Permite graus de qualificação profissional escalonados conforme a especificidade da tarefa ou setor.
  • Descentralizados, onde cada profissional tem suas atividades e as questões maiores são decididas por consenso e as pequenas necessidades são lideradas eventualmente pelos membros conforme a necessidade. Neste modelo é necessário um altíssimo grau de qualificação dos profissionais.

Desafios

Levantamos estes dois aspectos para reflexão com base em grupos, setores e empresas que observamos na atualidade. Encontramos empresas desconectadas do propósito e outras em estado de ausência ou disfuncionalidade de chefia, liderança e gerência (os três).

Empresas sem propósito ou com ações desconexas do propósito são muito comuns, não importa o tamanho nem se a declaração de missão, visão e valores é perfeita. O propósito precisa ser entendido, sentido e compartilhado por todos os membros da comunidade. Para cumprir esse papel, podem ser utilizados treinamentos, reuniões, coaching, material gráfico que relembre este propósito, etc.

Já a ausência ou disfuncionalidade de chefia, gerência e liderança acontece por medo de dirigir ordens às outras pessoas, falta de conhecimento, confiança em informações incorretas recebidas, ou negligência com a organização. Esta fraqueza está em sua grande maioria no topo da pirâmide organizacional. Donos, presidentes e diretores de área. Não somente estes, mas especialmente os colaboradores da alta administração precisam entender e desempenhar o seu papel no desenvolvimento da organização e seu propósito.

E então, o que precisamos, chefes, gerentes ou líderes? A escolha entre um dos enfoques de organização e de supervisão de grupos vai depender das escolhas da comunidade ou da companhia. Em alguns casos chefes são necessários, em outros, a liderança moderna ajuda mais. Porém, o mais importante é tomar atitude e fazer uma escolha.

Mesmo se a primeira escolha não for a mais adequada e seja necessário fazer mudanças no futuro é uma situação melhor do que a empresa ficar à deriva, sem destino. ou pior com destino traçado para o insucesso.

Após feita a decisão sobre perfil da posição, é preciso que a pessoa escolhida tenha a capacidade, as atitudes necessárias e a liberdade de agir.

Tudo isso profundamente ligado com o propósito da empresa ou do grupo.

Você já ouviu falar em depowerment?

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Com certeza você já ouviu falar em “empowerment“, que é dar poder a membros da equipe, ou a pessoas para quem se delega alguma atividade. E o “depowerment“? Será que você, como líder, faz ou já fez isso?

Vamos lá: Depowerment é o oposto de empowerment. É a ação de tirar o poder, a capacidade ou a força de decidir ou executar alguma tarefa, de um indivíduo ou grupo de indivíduos, momentaneamente ou permanentemente.

Exemplo

Gerente da área de Recursos Humanos delega para seu analista de treinamento discutir com os líderes de outras áreas as necessidades de treinamento e as ofertas que estão à disposição no portfolio de T&D da companhia, mas não lhe dá autonomia de orçamento, localizações, tipo de treinamento que é possível realizar nem o poder de definir agendas. O que vai acontecer: as reuniões com os líderes será superficial e focada em anotar pedidos de treinamento, que terão que passar pelo gerente da área de recursos humanos e provavelmente deverão ainda ser discutidas novamente em outras reuniões.

Podem existir casos onde é necessário um caminho mais burocrático, com níveis de aprovação e rodadas de negociação. Mas em diversas ocasiões similares ao exemplo, não existe tal necessidade, e profissionais com empowerment poderiam dar mais agilidade para a empresa.

Liderança

Líderes com personalidade centralizadora, tendem a concentrar o poder de decisão e reduzir ou retirar este poder de outras pessoas, mesmo nas coisas pequenas.

Líderes “roteadores”, aqueles que delegam superficialmente todas as suas incumbências para terceiros, também podem estar tirando a capacidade de execução de outras pessoas, pois seus liderados sabem que estão trabalhando para alguém que dificilmente lhes dará o reconhecimento pelo trabalho, o que leva a uma baixa performance e soluções com pouca ou nenhuma criatividade, pois os colaboradores sentem que não são donos do que estão fazendo.

Compartilhamento de poder e riscos

Naturalmente não é em todas as situações que o poder será delegado, nem será totalmente retirado. A análise importante a ser feita é: Qual o valor do risco que representa para a companhia se a ação não for feita, ou for feita errada e de forma irremediável?

No caso de riscos maiores, é interessante que seja feito o compartilhamento do poder. Autonomia nos pontos não críticos ou reparáveis e consenso ou níveis de aprovação para processos críticos e que podem trazer prejuízos significativos.

Alinhamento

Quando se dá poder para alguém, é importante traçar o escopo deste poder. O que pode e o que não pode ser feito. Também é importante alinhar qual a finalidade da delegação. O que é esperado que aconteça no final. Assim o profissional que recebeu a incumbência poderá lidar com as situações que virão e cumprir adequadamente com o que é esperado.

Feedback e preservação do empowerment

Embora não seja o objetivo, quem delega precisa eventualmente passar alguma informação importante ou até orientar em algum ponto do que precisa ser realizado. Não se omita. Faça, mas sempre em particular, pois você delegou uma atividade e poderes para outro profissional. Assim você ajuda o profissional com sua orientação e preserva a liderança no andamento do trabalho delegado para ele.

Resumindo, não seja a Kryptonita dos seus colegas e liderados. Não faça um depowerment.