O que as empresas valorizam nos seus funcionários

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Vamos falar sobre visões das empresas sobre comprometimento e experiência dos seus colaboradores, baseado em conversas com empresários e gestores.

Um dos pontos mais citados dentro das preocupações dos líderes é o comprometimento. Todo mundo fala nele, mas às vezes o comprometimento é desconhecido ou mal denominado. Comprometimento vem de compromisso, união de interesses, colaboração com as obras objetivadas e responsabilidade pela sua parte no todo. Uma pessoa que está comprometida pensa em si, e em sua inserção no todo que participa, na empresa que depende do seu trabalho. O profissional se reconhece como uma engrenagem fundamental no seu ambiente profissional. enquanto quem não está comprometido pensa apenas em termos de haver recompensa, como salários e premiações, ou punição se for descoberto o seu desinteresse.

Abaixo, figuram dois itens muito importantes: a qualificação e a experiência.

Muitas pessoas se preocupam em quantificar até que grau de instrução cursou ou o número de cursos que fez, quando na verdade o número enorme de cursos no currículo nem sempre é determinante na bagagem do profissional, mas deveríamos pensar em termos de seu aproveitamento. Aproveitamento da qualificação não é apenas obter notas acima de 7, 8, 9 ou qualquer outro número. O importante é o profissional conseguir estabelecer os vínculos do conhecimento com a realidade prática na sua vida. Isto sim, é diferencial. Por este motivo, muitas empresas utilizam provas e testes para validar a aptidão do profissional em aplicar o que aprendeu.

Vejamos quanto à experiência: as empresas esperam que seus candidatos ou funcionários tenham um desempenho melhor de sua profissão em função do tempo que atuaram em um determinado cargo ou ramo, o que ajuda, sem dúvida. Porém, muitas vezes, os empregadores acabam exigindo muita experiência formal e os candidatos ficam com medo ou se sentem excluídos com tais exigências e não se candidatam, ou se candidatam e não são sequer considerados no processo seletivo. Porém, muitas vezes o conjunto de características de um profissional menos experiente torna ele mais valioso para a empresa atingir seus objetivos do que outros avalizados apenas por uma análise restritiva de tempo de experiência ou outros fatores isolados.

Seguindo o mesmo raciocínio da qualificação, a experiência só é um indicador válido de maturidade profissional se ela for bem aproveitada na construção de um profissional melhor e de forma contínua. Tenho exemplos de profissionais que chegam em um determinado ponto de suas carreiras e, por considerarem saber tudo em relação ao seu cargo, param completamente seu progresso profissional.

O consenso é de que as empresas precisam de profissionais que façam bem o seu trabalho e chamem para si a responsabilidade pelo sucesso acontecer.

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